
Não é Getúlio Vargas, mas o velinho voltou. Renato Gaúcho parece seguir o destino dos técnicos cariocas. Os quatro grandes, Flamengo, Vasco, Fluminense e Botafogo, parecem combinar duas características de provas olímpicas quando o assunto é os seus comandantes: revezamento e passada de bastão. Renato Gaúcho, treinador da nova safra de bons técnicos do futebol nacional, já entrou na ciranda. Depois de sair do Vascão e rumar para perto do palácio da Guanabara, Gaúcho foi vice na libertadores e muito mal no brasileirão, por isso não suportou a pressão no tricolor das laranjeiras. Depois de um tempo desempregado o presidente Roberto Dinamite resgatou Renato com a esperança de tirar o clube cruzmaltino da situação periclitante. Foram muitos anos fazendo tabelinhas em campo, mas os dois dirigentes, Renato e Dinamite, parecem muito mais preocupados em salvar o Vascão da segundona do que com os antigos malabarismos das quatro linhas. E a jogada mais importante continua sendo a tabela, mas agora a dos pontos corridos.

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